sexta-feira, 10 de setembro de 2010

A HISTÓRIA DA IGREJA CRISTÃ

A Igreja do Período Pentecostal

Podemos observar neste capítulo que continuamos fortes ou alicerçados naquele que é a pedra angular, o fundamento da igreja cristã em todas as épocas.
É interessante que Jesus enquanto vivo, não permitiu que anunciassem essa verdade a seu respeito, mas somente em um momento apropriado, ou seja, somente quando ressuscitasse dentre os mortos.
Entendo aqui que o momento que o Senhor Jesus escolheu para que tal proclamação de fato acontecesse, como o profeta Isaías proferiu em seu livro no capítulo 53.
Desta forma, rejeitava qualquer tipo de aclamação contrária ao propósito para o qual foi enviado pelo Pai.
Entretanto, no dia de pentecostes, a igreja movida pelo Espírito Santo saiu do anonimato para ser coadjuvante da história da igreja cristã.
A igreja teve seu início na cidade de Jerusalém e todos os membros eram judeus, pois os mesmos, num primeiro momento, não criam que os gentios fossem admitidos como membros em que se tornariam judeus, para depois aceitar a Cristo e consequentemente ser membro da igreja.
Com certeza, o apóstolo Paulo era o líder mais conhecido da igreja. Uma igreja pequena em número, contudo toda a mesma raça, todos obedientes e na comunhão do Espírito de Deus.
A Teologia e as crenças da igreja eram simples, mas foi sistematizada mais tarde pelo apóstolo Paulo. A igreja tinha como ferramenta evangelística mais eficaz o testemunho de cada um. Porém necessitava de algo sobrenatural de Deus para alcançar milhares de pessoas, foi aí que começou muitos milagres e maravilhas como o caso do coxo que foi curado na porta formosa por Pedro e João. Estes acontecimentos foram a locomotiva para atrair multidões para ouvir a palavra e aceitar o Cristo.
Só que eles não cumpriram a risca o ide de Jesus. Permaneceram em Jerusalém quando deveriam ter ido para outras terras e povos. Foi então que Deus mandou uma forte perseguição, de tal forma que os fez ir a outras nações e despertá-los para grande missão.

A Expansão da Igreja

Tudo aconteceu com o surgimento de uma contenda por parte dos helenistas contra os hebreus acerca das distribuições cotidianas das viúvas. Diante desse fato os discípulos propuseram a escolha de uma comissão entre os helenistas para cuidarem desses assuntos enquanto os discípulos cuidariam da palavra.
Estevão foi o primeiro da lista e começou a pregar não somente para judeus mas também para os gentios.
Cresciam igrejas nas quais os judeus e os gentios adoravam juntos e disputavam da mesma comunhão. Até que notícias chegaram até Jerusalém aonde seus membros acreditavam que não havia salvação fora de Israel ficaram indignados com as novas e enviaram Barnabé para que tomasse conhecimento dos acontecimentos. O que acabou gerando uma controvérsia entre os conservadores e os progressistas. Foi necessário um concílio em Jerusalém para resolver esse impasse. Chegaram à conclusão de que a lei não alcançava os gentios crentes, portanto, a igreja de Cristo passou a ser uma igreja de todas as nações.

A Era Sombria

Chamamos de “Era Sombria” em razão da perseguição sobre a igreja. Na década de 70, houve a queda de Jerusalém onde ocorreu uma grande transformação nas relações entre os cristãos e os judeus.
Os judeus decidiram fazer pequenas províncias com o objetivo de governar o mundo, um dos motivos de não ter tido sucesso eram que guerreavam entre si e os homens desconheciam o adestramento militar.
Tanto que a cidade de Jerusalém foi tomada e destruída pelo exército romano, onde milhares de judeus morreram, alguns dos que sobreviveram tornaram-se escravos e tantos outros prisioneiros.
A partir daí, judeus e cristãos separam-se definitivamente. Iniciou-se na década de 90 a segunda perseguição imperial aos cristãos, milhares foram mortos, em destaque, países como a Itália e Roma.
Nesta mesma época, João foi preso e exilado e foi onde recebeu a revelação que compõe o livro de Apocalipse, o livro das revelações, e também escreveu os últimos livros do Novo Testamento.
Já no início do segundo século estavam mais fincados entre as nações e expandiam gradativamente o número de membros. Tal expansão abrangia tanto a classe nobre quanto a classe escravizada, e todos eram tratados com impessoalidade.
No final do período do primeiro século, as doutrinas ensinadas por Paulo na epístola aos Romanos eram aceitas por toda igreja como regra de fé. Com isso, a igreja se fortalecia e se esforçava para continuar predominando em todo o extremo do Império Romano.

As Perseguições Imperiais Segundo
Período Geral

O Edito de Constantino fez cessar todos os propósitos de destruir a igreja de Cristo, pois antes desse edito havia muita perseguição contra os cristãos. Uma das causas de tanto ódio dos imperadores aos cristãos era o paganismo em que a adoração aos ídolos estava entrelaçada com todos os aspectos da vida, tais imagens eram encontradas em todos os lares. Por outro lado, o cristianismo se opunha a aceitar tal prática ou ter qualquer objeto de adoração, pois somente admitida a adoração ao seu próprio Deus.
Pelo fato dos cristãos não compactuarem com as práticas de outros deuses, se tornaram pessoas insociáveis e desleais e até conspiradores de revolução por não se prostrarem aos deuses do imperador.
A última e a mais terrível de todas as perseguições foram no governo de Diocleciano dentre uma série de editos foi determinado ao trono, seus subordinados continuaram a perseguição durante seis anos.
Com isso, Constantino expediu um memorável Edito de Tolerância, e através dessa lei o Cristianismo foi oficializado, tornando-se legal, com isso cessou toda perseguição.
Na segunda parte desta igreja, a perseguida, podemos observar a formação da Cânon do Novo Testamento, Desenvolvimento da Organização Eclesiástica e o Desenvolvimento da Doutrina.
Nem todos os livros formam aceitos pelas igrejas como sendo inspirados. Alguns deles como Hebreus, Tiago, Segunda Pedro e Apocalipse, aceitos no Oriente, porém não foram recusados por muitos anos no Ocidente.
Gradualmente os livros do Novo Testamento conquistaram proeminência das escrituras inspiradas e os outros livros fossem postos de lado pela igreja.
A perda de autoridade apostólica fez com que realizassem eleições de novos dirigentes, o crescimento e a expansão da igreja foram a causa de ser uma disciplina, tanto que a perseguição aproxima as igrejas umas das outras. Tanto que começaram as aparições de seitas e heresias e sentiram necessidade de se unirem para estabelecer artigos de fé.
Podemos notar que o que distingue este período é o desenvolvimento, pois na era apostólica a fé era de coração, ou seja, uma entrega pessoal com Deus.
Entretanto, a fé que agora focalizarmos é a fé mentalmente crescente e inflexível de doutrinas. Em suma, as normas de caráter cristão eram mais elevadas e a igreja possuía muitos santos direcionados pelo Espírito Santo de Deus.

A Igreja Perseguida 100-313
O aparecimento das seitas e heresias. A condição da igreja.

Junto com o desenvolvimento da doutrina teológica, desenvolveram-se as seitas e heresias na igreja cristã.
Podemos observar que a igreja judaica era orientada pelos seus membros. Havia uma leve tendência pelo pensamento abstrato e quando se compunha de gregos, especialmente de gregos místicos e desequilibrados da Ásia Menor, surgiam opiniões e teorias estranhas e era como enxerto do Cristianismo ao paganismo, e ainda interpretavam as escrituras de forma alegórica e aquilo que o intérprete achava que estava correto em sua própria interpretação.
Em geral, dentre (ebionitas, maniqueres, montanistas), as perseguições conservavam afastadas de todos aqueles que não eram sinceros em sua confissão de fé, pois não se unia a igreja para obter lucros, com isso a igreja cirandou no sentido de separar o joio do trigo.

A Igreja Imperial Terceiro
Período Integral

Após várias evoluções relatadas muitos lugares de templos que foram usados por pagãos foram dedicados ao culto cristão.
A palavra pagã significa idolatria a seus deuses, são mantidos pelo tesouro público, mas com mudanças que se operava, passou a ser concedido pela igreja e ao clero cristão, abrindo precedente para a entrada de dinheiro público que acabaram enriquecendo as igrejas, bispos e todos os funcionários.

A Igreja Imperial
Segunda Parte
Fundação de Constantinopla. Divisão do império, supressão do paganismo, controvérsias e concílios e o nascimento do Monacato.

A primeira controvérsia apareceu por causa da doutrina da trindade, o principal opositor dessa doutrina foi Atanásio, apesar de ser apenas diácono, conseguiu que a maioria do concílio condenasse as doutrinas.
Logo a controvérsia mais prolongada desse período foi a que dizia sobre pecado e salvação. Esta doutrina declarava que não herdamos a tendência pecaminosa de Adão, mas é a alma que faz suas próprias escolhas, onde julga a vontade do homem livre e totalmente responsável por suas atitudes. Depois que o cristianismo se impôs e dominou em todo império, o mundanismo penetrou na igreja e fez prevalecer seus costumes e muitos acabaram ficando com suas vidas enfraquecidas.





A Igreja Imperial
Terceira Parte
Desenvolvimento do Poder na Igreja Romana, A Queda do Império Romano Ocidental e Dirigentes do Período.

É sabido de todos que a cidade de Roma foi suplantada por Constantinopla, agora Roma, afirmando seu direito de ser a capital da igreja. A igreja fez grandes espaços para conquistar prestígio e poder e foi neste período que intitularam o bispo de Roma para papa, onde julgava ser superior e cabeça da igreja em toda a Europa ao Oeste do Mar Adriático.
Nesta época, apesar de decadente, o cristianismo era vivo e ativo e conquistou muitas raças que contribuiu para a renovação de uma nova raça européia, mesmo diante dessas grandes transformações na inclusão do papa, a igreja continuou conservando sua posição imperial.

A Igreja Medieval Quarto
Período Geral

Neste capítulo o fato mais notável nos dez séculos da Idade Média foi o desenvolvimento do poder papal.
Gregório I resistiu com êxito às pretensões patriarcais, desenvolveu certas doutrinas, inclusive a adoração a imagens, purgatório, a transubstanciação, isto é, a crença de que na missa ou comunhão, o pão e o vinho se transformaram milagrosamente no verdadeiro corpo e sangue de Cristo, por ter sido um grande administrador e muito competente da história da igreja Roma e por isso mereceu o título de Gregório, o Grande.
O crescimento do poder papal, apesar de sempre estar em ascensão, não era constante, assim como tinha governantes fracos, tinham papas fracos também.
Entretanto, o período fulminante foi entre os anos 1073-1216, em que os papas exerceram um poder quase que absoluto, não somente na igreja, mas também em toda Europa, e a partir daí desencadeou vários outros papas, com suas respectivas visões e pretensões, contudo incapazes de colocá-las em vigor.

BIBLIOGRAFIA
HURLBUT, Jessé Lyman. História da Igreja Cristã. Edição revista e atualizada. São Paulo: Editora Vida, 2007. Páginas 20-105.

HISTÓRIA DA IGREJA CRISTÃ




A Igreja do Período Pentecostal

Podemos observar neste capítulo que continuamos fortes ou alicerçados naquele que é a pedra angular, o fundamento da igreja cristã em todas as épocas.
É interessante que Jesus enquanto vivo, não permitiu que anunciassem essa verdade a seu respeito, mas somente em um momento apropriado, ou seja, somente quando ressuscitasse dentre os mortos.
Entendo aqui que o momento que o Senhor Jesus escolheu para que tal proclamação de fato acontecesse, como o profeta Isaías proferiu em seu livro no capítulo 53.
Desta forma, rejeitava qualquer tipo de aclamação contrária ao propósito para o qual foi enviado pelo Pai.
Entretanto, no dia de pentecostes, a igreja movida pelo Espírito Santo saiu do anonimato para ser coadjuvante da história da igreja cristã.
A igreja teve seu início na cidade de Jerusalém e todos os membros eram judeus, pois os mesmos, num primeiro momento, não criam que os gentios fossem admitidos como membros em que se tornariam judeus, para depois aceitar a Cristo e consequentemente ser membro da igreja.
Com certeza, o apóstolo Paulo era o líder mais conhecido da igreja. Uma igreja pequena em número, contudo toda a mesma raça, todos obedientes e na comunhão do Espírito de Deus.
A Teologia e as crenças da igreja eram simples, mas foi sistematizada mais tarde pelo apóstolo Paulo. A igreja tinha como ferramenta evangelística mais eficaz o testemunho de cada um. Porém necessitava de algo sobrenatural de Deus para alcançar milhares de pessoas, foi aí que começou muitos milagres e maravilhas como o caso do coxo que foi curado na porta formosa por Pedro e João. Estes acontecimentos foram a locomotiva para atrair multidões para ouvir a palavra e aceitar o Cristo.
Só que eles não cumpriram a risca o ide de Jesus. Permaneceram em Jerusalém quando deveriam ter ido para outras terras e povos. Foi então que Deus mandou uma forte perseguição, de tal forma que os fez ir a outras nações e despertá-los para grande missão.

A Expansão da Igreja

Tudo aconteceu com o surgimento de uma contenda por parte dos helenistas contra os hebreus acerca das distribuições cotidianas das viúvas. Diante desse fato os discípulos propuseram a escolha de uma comissão entre os helenistas para cuidarem desses assuntos enquanto os discípulos cuidariam da palavra.
Estevão foi o primeiro da lista e começou a pregar não somente para judeus mas também para os gentios.
Cresciam igrejas nas quais os judeus e os gentios adoravam juntos e disputavam da mesma comunhão. Até que notícias chegaram até Jerusalém aonde seus membros acreditavam que não havia salvação fora de Israel ficaram indignados com as novas e enviaram Barnabé para que tomasse conhecimento dos acontecimentos. O que acabou gerando uma controvérsia entre os conservadores e os progressistas. Foi necessário um concílio em Jerusalém para resolver esse impasse. Chegaram à conclusão de que a lei não alcançava os gentios crentes, portanto, a igreja de Cristo passou a ser uma igreja de todas as nações.

A Era Sombria

Chamamos de “Era Sombria” em razão da perseguição sobre a igreja. Na década de 70, houve a queda de Jerusalém onde ocorreu uma grande transformação nas relações entre os cristãos e os judeus.
Os judeus decidiram fazer pequenas províncias com o objetivo de governar o mundo, um dos motivos de não ter tido sucesso eram que guerreavam entre si e os homens desconheciam o adestramento militar.
Tanto que a cidade de Jerusalém foi tomada e destruída pelo exército romano, onde milhares de judeus morreram, alguns dos que sobreviveram tornaram-se escravos e tantos outros prisioneiros.
A partir daí, judeus e cristãos separam-se definitivamente. Iniciou-se na década de 90 a segunda perseguição imperial aos cristãos, milhares foram mortos, em destaque, países como a Itália e Roma.
Nesta mesma época, João foi preso e exilado e foi onde recebeu a revelação que compõe o livro de Apocalipse, o livro das revelações, e também escreveu os últimos livros do Novo Testamento.
Já no início do segundo século estavam mais fincados entre as nações e expandiam gradativamente o número de membros. Tal expansão abrangia tanto a classe nobre quanto a classe escravizada, e todos eram tratados com impessoalidade.
No final do período do primeiro século, as doutrinas ensinadas por Paulo na epístola aos Romanos eram aceitas por toda igreja como regra de fé. Com isso, a igreja se fortalecia e se esforçava para continuar predominando em todo o extremo do Império Romano.

As Perseguições Imperiais Segundo
Período Geral

O Edito de Constantino fez cessar todos os propósitos de destruir a igreja de Cristo, pois antes desse edito havia muita perseguição contra os cristãos. Uma das causas de tanto ódio dos imperadores aos cristãos era o paganismo em que a adoração aos ídolos estava entrelaçada com todos os aspectos da vida, tais imagens eram encontradas em todos os lares. Por outro lado, o cristianismo se opunha a aceitar tal prática ou ter qualquer objeto de adoração, pois somente admitida a adoração ao seu próprio Deus.
Pelo fato dos cristãos não compactuarem com as práticas de outros deuses, se tornaram pessoas insociáveis e desleais e até conspiradores de revolução por não se prostrarem aos deuses do imperador.
A última e a mais terrível de todas as perseguições foram no governo de Diocleciano dentre uma série de editos foi determinado ao trono, seus subordinados continuaram a perseguição durante seis anos.
Com isso, Constantino expediu um memorável Edito de Tolerância, e através dessa lei o Cristianismo foi oficializado, tornando-se legal, com isso cessou toda perseguição.
Na segunda parte desta igreja, a perseguida, podemos observar a formação da Cânon do Novo Testamento, Desenvolvimento da Organização Eclesiástica e o Desenvolvimento da Doutrina.
Nem todos os livros formam aceitos pelas igrejas como sendo inspirados. Alguns deles como Hebreus, Tiago, Segunda Pedro e Apocalipse, aceitos no Oriente, porém não foram recusados por muitos anos no Ocidente.
Gradualmente os livros do Novo Testamento conquistaram proeminência das escrituras inspiradas e os outros livros fossem postos de lado pela igreja.
A perda de autoridade apostólica fez com que realizassem eleições de novos dirigentes, o crescimento e a expansão da igreja foram a causa de ser uma disciplina, tanto que a perseguição aproxima as igrejas umas das outras. Tanto que começaram as aparições de seitas e heresias e sentiram necessidade de se unirem para estabelecer artigos de fé.
Podemos notar que o que distingue este período é o desenvolvimento, pois na era apostólica a fé era de coração, ou seja, uma entrega pessoal com Deus.
Entretanto, a fé que agora focalizarmos é a fé mentalmente crescente e inflexível de doutrinas. Em suma, as normas de caráter cristão eram mais elevadas e a igreja possuía muitos santos direcionados pelo Espírito Santo de Deus.

A Igreja Perseguida 100-313
O aparecimento das seitas e heresias. A condição da igreja.

Junto com o desenvolvimento da doutrina teológica, desenvolveram-se as seitas e heresias na igreja cristã.
Podemos observar que a igreja judaica era orientada pelos seus membros. Havia uma leve tendência pelo pensamento abstrato e quando se compunha de gregos, especialmente de gregos místicos e desequilibrados da Ásia Menor, surgiam opiniões e teorias estranhas e era como enxerto do Cristianismo ao paganismo, e ainda interpretavam as escrituras de forma alegórica e aquilo que o intérprete achava que estava correto em sua própria interpretação.
Em geral, dentre (ebionitas, maniqueres, montanistas), as perseguições conservavam afastadas de todos aqueles que não eram sinceros em sua confissão de fé, pois não se unia a igreja para obter lucros, com isso a igreja cirandou no sentido de separar o joio do trigo.

A Igreja Imperial Terceiro
Período Integral

Após várias evoluções relatadas muitos lugares de templos que foram usados por pagãos foram dedicados ao culto cristão.
A palavra pagã significa idolatria a seus deuses, são mantidos pelo tesouro público, mas com mudanças que se operava, passou a ser concedido pela igreja e ao clero cristão, abrindo precedente para a entrada de dinheiro público que acabaram enriquecendo as igrejas, bispos e todos os funcionários.

A Igreja Imperial
Segunda Parte
Fundação de Constantinopla. Divisão do império, supressão do paganismo, controvérsias e concílios e o nascimento do Monacato.

A primeira controvérsia apareceu por causa da doutrina da trindade, o principal opositor dessa doutrina foi Atanásio, apesar de ser apenas diácono, conseguiu que a maioria do concílio condenasse as doutrinas.
Logo a controvérsia mais prolongada desse período foi a que dizia sobre pecado e salvação. Esta doutrina declarava que não herdamos a tendência pecaminosa de Adão, mas é a alma que faz suas próprias escolhas, onde julga a vontade do homem livre e totalmente responsável por suas atitudes. Depois que o cristianismo se impôs e dominou em todo império, o mundanismo penetrou na igreja e fez prevalecer seus costumes e muitos acabaram ficando com suas vidas enfraquecidas.





A Igreja Imperial
Terceira Parte
Desenvolvimento do Poder na Igreja Romana, A Queda do Império Romano Ocidental e Dirigentes do Período.

É sabido de todos que a cidade de Roma foi suplantada por Constantinopla, agora Roma, afirmando seu direito de ser a capital da igreja. A igreja fez grandes espaços para conquistar prestígio e poder e foi neste período que intitularam o bispo de Roma para papa, onde julgava ser superior e cabeça da igreja em toda a Europa ao Oeste do Mar Adriático.
Nesta época, apesar de decadente, o cristianismo era vivo e ativo e conquistou muitas raças que contribuiu para a renovação de uma nova raça européia, mesmo diante dessas grandes transformações na inclusão do papa, a igreja continuou conservando sua posição imperial.

A Igreja Medieval Quarto
Período Geral

Neste capítulo o fato mais notável nos dez séculos da Idade Média foi o desenvolvimento do poder papal.
Gregório I resistiu com êxito às pretensões patriarcais, desenvolveu certas doutrinas, inclusive a adoração a imagens, purgatório, a transubstanciação, isto é, a crença de que na missa ou comunhão, o pão e o vinho se transformaram milagrosamente no verdadeiro corpo e sangue de Cristo, por ter sido um grande administrador e muito competente da história da igreja Roma e por isso mereceu o título de Gregório, o Grande.
O crescimento do poder papal, apesar de sempre estar em ascensão, não era constante, assim como tinha governantes fracos, tinham papas fracos também.
Entretanto, o período fulminante foi entre os anos 1073-1216, em que os papas exerceram um poder quase que absoluto, não somente na igreja, mas também em toda Europa, e a partir daí desencadeou vários outros papas, com suas respectivas visões e pretensões, contudo incapazes de colocá-las em vigor.

BIBLIOGRAFIA
HURLBUT, Jessé Lyman. História da Igreja Cristã. Edição revista e atualizada. São Paulo: Editora Vida, 2007. Páginas 20-105.

domingo, 28 de fevereiro de 2010















ESTUDO SOBRE RUTE




O livro de Rute e sua relação com a história de Israel e do Antigo Oriente Médio



DATA


(1) O acontecimento narrado: O livro de Rute narra uma história do tempo dos juízes, antes de se instalar a monarquia em Israel. Essa história era tão querida e tão importante para a formação do povo bíblico que ela foi guardada e transmitida, oralmente, por vários séculos, até se tornar um documento escrito e incluído no livro sagrado de Israel.


(2) A editoração da história: A publicação escrita do livro de Rute deu-se após o período de Esdras. É sabido que nesse período, Esdras editou a Tora, o ensino divino (o Pentateuco) e deu muita ênfase ao cumprimento de suas palavras. Todavia, o povo procurava cumprir as formalidades externas da lei, sem procurar relacioná-la à vida humana e suas carências básicas, a saber, o amor, a bondade, a compaixão. Foi nesse momento que o povo crente fez uso da história de Rute, para mostrar às pessoas que o amor é mais importante que a letra da lei.


(3) A canonização como texto sagrado: Foi no período pós-exílico que o povo fiel decidiu a separar e tratar essa história como uma "palavra inspirada de Deus". O critério de escolha dos livros sagrados, por parte da comunidade de crentes, baseou-se na inspiração divina, e nunca na beleza estética e literária da composição.


LUGAR

A história, contada pelo livro de Rute, transcorre em dois lugares: as regiões montanhosas de Moabe (na Transjordânia) e de Belém (em Judá). Alguns detalhes dessa história são valiosas para a reflexão:

1. Rute e Orfa eram moabitas, isto é, estrangeiras, enquanto que Noemi, Elimeque e os filhos Malom e Quilion eram israelitas.

2. Tanto em Moabe como Belém não possuíam templo, rei e sacerdote. Isso é uma prova que a história de Rute é do tempo dos juízes (1200-1030 a.C.).

3. O livro mostra que a vida não estava fácil para a população de Judá. Havia fome entre as famílias que viviam na periferia dos centros de produção agrícola (Rt 1.1). Apesar das dificuldades, a família de Noemi - Elimeque (esposo), Malom e Quiliom (filhos) - não perderam a fé e a esperança em Javé.

4. Belém é uma cidade situada sobre as montanhas a dez quilômetros de Jerusalém, ao sul do território de Canaã (mais tarde denominada Terra de Israel). Belém é uma cidade importante para a história bíblica. É terra natal de Davi e de Jesus, e onde Gn 35.16-20 menciona estar o túmulo de Raquel. Quanto à Moabe, trata-se de uma região montanhosa localizada ao leste do Mar Morto, por onde Moisés passou antes de atingir o Monte Nebo e entrar em Canaã. O povo de Moabe era aparentado com os israelitas, mas sempre considerados estrangeiros.

Questões para pensar:

1. Por que o cenário da história de Rute e Noemi é tão negativo: fome, semi-deserto, morte e amargura? Será que a periferia é dos espaços preferidos para Deus agir? Será que a periferia é um dos cenários preferidos da Bíblia para fazer nascer a esperança?

2. Pensar que o povo de Israel nasceu no deserto, isto é, na periferia da terra de Canaã; Pensar que Jesus nasceu na estrebaria, isto é, periferia da cidade de Belém, e que o ministério de Jesus também teve início no deserto, periferia de Judá.

3. Apesar das dificuldades próprias da vida na periferia, a Bíblia quer valorizar e aprofundar o sentido da vida em família.


MOTIVOS ESTÉTICOS

O seu livro foi escrito numa forma de novela, certamente, para atrair mais a atenção dos ouvintes e leitores. Esteticamente é uma leitura agradável e prazerosa. A história possui um enredo principal (a trajetória da moabita Rute até se tornar parte da genealogia de Davi e Jesus). Todavia, a história não dispensa os elementos secundários, pois eles ajudam a compor o belo e charmoso conjunto literário. Por ser uma narrativa perfeita, muitos novelistas, teatrólogos e produtores de cinema tomaram e projetaram a história de Rute como tema.

Também não passava, pela cabeça do povo bíblico, tomar as pequenas histórias, como a de Rute, com a intenção de entretenimento e lazer. Parodiando o profeta Jeremias, o povo não cavava poço onde não havia água (Jr 2.13).

**Observação: ** o autor ou autora não se preocupou, basicamente, com a beleza literária de seu livro.


MOTIVOS HISTÓRICOS


Os historiadores modernos não levam a sério a veracidade dessa história. Todavia, é preciso levar em conta alguns detalhes importantes para o estudo do livro:

Primeiro, os historiadores modernos descrevem a história através do critério da factualidade, isto é, do ocorrido, do fato acontecido.

Segundo, o povo bíblico tinha um outro jeito de descrever um fato histórico. A Bíblia conta a história através de

Novelas (como o livro de Rute),
Fábula (como a de Joatão, Jz 9.7-15),
Contos (como o de José, em Gn 37-47).
Saga heróica (como a de Moisés, narrada pelos livros Êxodo e Deuteronômio).

Terceiro, os historiadores e historiadoras da Bíblia mostram uma forma alternativa de narrar a história: eles/as contam a história priorizando a mão de Deus, intervindo nos acontecimentos. O ceticismo, às vezes, e o constante interesse pela análise científica dos fatos acontecidos, colaboram para que os/as historiadores/as modernos/as optem por este critério.

**Observação: ** A Bíblia não está preocupada em apresentar provas da historicidade dos testemunhos contados por seu povo.


MOTIVOS PEDAGÓGICOS

O livro conta uma história ocorrida no período dos juízes, isto é, entre 1200 e 1030 anos antes de Cristo, aproximadamente. Certamente, a situação do povo bíblico era de desobediência, pois o livro mostra que a disciplina da comunidade estava fraca: a "lei do levirato" (ler Dt 25.5-10 e Gn 38) - que obrigava um irmão, ou parente mais próximo, a casar-se com a viúva do irmão ou parente falecido - não estava sendo aplicada. Por que razão o povo fez uso dessa história?

Primeiro. Algo errado estava ocorrendo na comunidade do povo bíblico, e quando isso ocorria, as pessoas lançavam mão de fórmulas de solução:

1. Recorriam às formulações legais. Nesse caso, eles liam e analisavam a instrução divina (Dt 25.5-10). É bom lembrar que o ensino divino por excelência está basicamente nos cinco livros, o Pentateuco. O Salmo 19 afirma que o ensino do Senhor é perfeito e restaura a vida (Sl 19. 7-10).

2. Lançavam mão de histórias pessoais ou testemunhos de pessoas que foram guardados na memória do povo como exemplo de solução para esses problemas particulares. Assim, as histórias de Judá e Tamar (Gn 38) e Rute ajudavam a corrigir as pessoas infratoras.

3. Tudo faz crer que as formulações de leis, como Dt 25.5-10, não eram simpáticas ao povo, mas as histórias, contendo exemplos de vida, eram mais usadas e assimiladas pela população. Daí, a importância do livro de Rute.

4. A prática de recorrer às pequenas histórias do povo é comum ao povo bíblico. A finalidade dessa prática era, e continua sendo a busca de informações, pistas e soluções para enfrentar os problemas do dia-a-dia. A prática de recorrer as histórias do passado foi comum nos período de grande tribulação e dificuldade. Muitas eram as finalidades:

* para revigorar e alentar a fé do povo crente e oprimido,
* para saber como o povo do passado enfrentava os desafios,
* para iluminar o presente e projetar o futuro.

Essa prática tornou-se comum nos séculos que se seguiram ao exílio babilônico (550 a 300 anos antes de Cristo). Daí, surgiu um novo método de estudo da Bíblia, chamado "Midraxe", uma palavra hebraica que tem sua raiz no verbo "buscar".

Por exemplo, durante o cativeiro na Babilônia, um profeta do Senhor leu e reinterpretou a história do êxodo do Egito (Isaías 40.1-55.13). Enfrentando o exílio, o profeta levou o povo a saber como Deus salvou os irmãos e irmãs do passado, nas mesmas condições.

Questões para pensar:

1. Por que a história de Rute levou tanto tempo para ser escrita? Será que o povo que guardou e transmitiu a história de Rute e Noemi era analfabeto? No período 1000, antes de Cristo, o papiro ainda não era usado? Para que finalidade a história de Rute e Noemi foi usada: para o entretenimento das famílias e do povo? Para o prazer de uma boa leitura? Para a busca de informações sobre a vida e cultura do povo israelita no período anterior à monarquia? Como uma história significativa e instrutiva para o povo? Como um constante testemunho para as gerações do presente e do futuro?

2. Por que não guardamos e transmitimos o testemunho de mulheres e homens de nossa igreja local?


O livro de Rute conduz muitas lições que o povo soube captar e usar nos momentos oportunos


LIÇÕES QUE O LIVRO DE RUTE NOS TRAZ


(1) Dos nomes

Tudo tem sentido na história de Rute. As/os personagens desta história têm nomes cujos significados ajudam a revelar a função de cada pessoa dentro dessa inteligente e inspirada novela. Tal como o sábio disse: "A glória de Deus é encobrir as coisas" (Pr 25.2), assim é o livro de Rute que não oferece tudo pronto para os seus leitores ou suas leitoras. Assim é o nome das/os personagens do livro: eles podem ajudar a entender a mensagem dessa história.

*Elimeleque (marido de Noemi) significa meu Deus é rei;
*Noemi (esposa de Elimeleque) significa minha alegria, meu prazer;
*Mara (outro nome de Noemi, Rt 1.20) significa amarga;
*Maalon (filho de Noemi e Elimeleque) significa doença;
*Quelion (filho de Noemi e Elimeleque) significa fragilidade;
*Orfa (nora de Noemi e Elimeleque) significa costas, nuca;
*Rute (nora de Noemi e Elimeleque) significa amiga, companheira;
*Boaz (parente de Noemi) significa pela força;
*Obede (filho de Rute e Boaz) significa servo.

A partir dos nomes é possível interpretar a história de Rute: É possível, através do significado de cada nome, traçar o roteiro da história de Rute, bem como perceber a sua intenção. Assim, o rei não existe no período dos juízes, mas Deus é o governo supremo (Elimeleque). Maalon e Quelion são israelitas, mas por suas fraquezas e enfermidades morrem para dar lugar a Obed, o novo homem, sem as características reais, mas as de servo. A nova geração de povo de Deus terá a força de Boaz e o companheirismo amável de Rute. O futuro da comunidade chamada por Deus está, assim, marcado pela amizade de Rute, a alegria de Noemi, pela força de Boaz e a conduta de servo Obede. Quanto à Orfa, ela virou as costas e se perdeu o trem da história da salvação que seguirá em frente, chegando a Jesus. É a linha de esplendor sem fim.

(2) A valorização dos compromissos familiares.

A solidariedade na família não está funcionando. Este é o recado do livro de Rute. Quando os compromissos entre os membros da família andam frouxos, lê-se a história de Rute. Por quê?

(a) A lei do levirato. A história de Rute é para ser lida junto a Deuteronômio 25.5-10 e Gênesis 38.1-30. Todos estes três textos estimulam o povo bíblico a levar a sério a instituição da família. O texto de Deuteronômio 25.5-10 legisla sobre o assunto. As histórias e Judá e Tamar (Gênesis 38) e de Rute mostram duas aplicações dessa lei para servir como exemplo para o povo. Para que não haja órfãos (meninos/as de rua) e viúvas desprotegidas na sociedade israelita, a instrução divina é para que, em caso de morte do marido, o irmão mais velho assumisse a condição de protetor da casa enlutada, tomando a viúva e os filhos ou as filhas órfãos. A finalidade dessa lei era evitar que houvesse viúvas e crianças sem lar.

(b) A aplicação da lei do Levirato. No período da reconstrução do povo bíblico, após o desastre das perdas da terra e do rei, e a destruição de Jerusalém, o povo começou a buscar com mais intensidade as instruções divinas, através das leis e dos testemunhos históricos. Na verdade, a liderança queria reconstruir a nação com as práticas mais saudáveis do passado. O povo sabia que reforçando os compromissos familiares, ele estava profetizando um futuro feliz para a nação.


(3) A valorização da pessoa e não da raça.

O livro de Rute foi guardado e transmitido por grupo de pessoas que estavam convictas que Javé é o Senhor do universo, e não somente do restrito grupo de judeus. Por isso, o livro de Jonas e a história de Rute têm a mesma intenção, a saber, o compromisso de Deus é com as pessoas e não simplesmente com a raça dos judeus. Este ponto foi muito bem entendido e proclamado por Jesus, particularmente, Paulo (ler e reflexionar sobre o conflito entre Paulo e Pedro sobre este assunto).


(4) A lei deve estar a serviço da vida.

A história de Rute é uma formidável afirmação de que a lei deve ser tomada e aplicada para trazer e criar o bem-estar na comunidade. Aqui, a lei entra na história de maneira sutil e escondida para prestar serviço a uma pessoa que se achava angustiada. É interessante observar que a Bíblia fala muito em disciplina (lei), justiça e direito. Especialmente, o Antigo Testamento dá muito espaço para as normas e disciplinas na comunidade, todavia as leis deveriam ser aplicadas, preferencialmente, quando a justiça for acompanhada de bondade, amor, compaixão, fidelidade, lealdade e paz (ler e reflexionar sobre o Salmo 85).


(5) A lealdade entre Noemi e Rute anuncia a graça e a salvação.

O livro de Rute quer resgatar e aplicar esse valor na sociedade israelita. Trata-se de uma lealdade que supera todos os preconceitos e anuncia o novo tempo da graça (ler e meditar sobre as palavras de Rute para Noemi, em Rt 1.16-17).


(6) A esperança nasce em Belém.

É interessante observar que a Bíblia liga a esperança a lugares e pessoas simples e humildes. A cidade de Belém fica na periferia da Canaã e a família de Noemi, sofrendo os horrores da seca e fome, foi obrigada a migrar para uma terra distante e estranha. Com isso, a história de Rute quer mostrar que a esperança acontece quando há seriedade e fidelidade no Senhor. Noemi, Rute e Boaz são sinônimos de fidelidade.


(7) O menino Obede é mais do que um homem: é o nascer do novo mundo.

O rei morreu; a fraqueza e a enfermidade continuam ameaçando; o virar as costas para a salvação é uma realidade entre o povo; a fome e a busca de um teto para morar e lugar para ganhar o pão de cada dia continua incomodando. Apesar de todos esses impedimentos que a vida expõe diante das pessoas, é possível reconhecer que Deus está agindo no mundo, através do servo de Deus.

Estudo produzido pelo prof. Tércio Machado Siqueira, professor da Universidade Metodista de SãoPaulo.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

O QUE FAZER DIANTE DA ORDEM DE DEUS?









“Lembre da minha ordem: Seja forte e corajoso! Não fique desanimado, nem tenha medo, porque eu, o Senhor, seu Deus, estarei com você em qualquer lugar para onde eu for!”. Josué 1:9







Imagine a seguinte hipótese: Você está em seu trabalho, e como em todo trabalho, você está sendo visto por seu patrão. Você se destaca em seu trabalho, e, vendo o seu empenho, seu patrão lhe confia algo de maior importância e responsabilidade para fazer. Ou então, imagine outra situação. Você, certamente é filho. Seu pai, confiando em você, lhe incumbe de algo de extrema responsabilidade. O que você faria?





Pois é! Esta é a situação de Josué, que era o auxiliar de Moisés, após sua saída do Egito, e próximo à chegada do povo para conquista da terra prometida. Moisés morre, e Deus dá a incumbência de Josué conduzir o povo a tomar posse da Terra. O que fazer diante do mandado de Deus?
Entenda a situação de Josué: Moisés, o grande líder que estava, até então conduzindo o povo à terra prometida morreu (Js. 1:1). Josué era o auxiliar de Moisés (v. 1), e ele recebe uma responsabilidade muito grande: conduzir todo o povo à conquista da terra (derrotar inimigos, cuidar do povo), (Lição importante: Ser fiel no pouco, ainda que apenas como auxiliar, pois Deus é quem nos coloca em lugar de honra – Mt. 20:21, mas primeiro é necessário saber servir – Lc. 22:26). Mas, O que fazer diante da ordem de Deus? Podemos notar alguns pontos claros no texto:




Seja Forte:


Uma característica muito importante, repetida 4 vezes contexto do versículo. (Js. 1:6, 7, 9, 18). Segundo o dicionário Aurélio forte é muita possibilidade de vitória; valente. Ou seja, é, mesmo em momentos angustiantes, de dificuldade, é permanecermos confiantes, não cair diante da dificuldade. (Provérbios 24:10). Ser forte é saber enfrentar, é fazer! Não adianta ficarmos: “Ai eu estou com medo! Eu não vou conseguir!”. Valente, forte.




Seja Corajoso:



Outra uma característica muito importante, também repetida 4 vezes contexto do versículo. (Js. 1:6, 7, 9, 18). É uma característica muito especial, pois no versículo 7, Deus manda Josué ser muito corajoso. Coragem é energia moral ante situações aflitivas, difíceis (Dicionário Aurélio). Está ligado à força. Quando nos sentimos seguros de algo, somos corajosos. Jesus foi muito corajoso em muitos momentos de seu ministério terreno, porém destacaremos apenas um momento (Lucas 13:31 - 33).




Não se Apavore:


Não apenas devemos fazer algo diante da ordem de Deus, mas também, não fazer. O pavor é o medo, terror (Dicionário Aurélio), é o oposto de ser forte. Não podemos nos apavorar, pois acabamos fazendo aquilo que não é correto. O rei Saul cometeu este erro diante dos filisteus (I Samuel 13:11), e acabou perdendo o reinado por seu apavoro. Ou seja, quando nos apavoramos temos a tendência de perder.




Não se Desanime:



É exatamente o oposto de ser corajoso. Esta é uma característica que não podemos ter. Paulo falou sobre isso (II Coríntios 4:8). Não podemos ficar desanimados, pois quando estamos assim acabamos não fazendo, ficamos parados diante daquilo que nos foi designado fazer. Imagine Jesus vendo tanta iniqüidade e pecado por parte do povo. E, na hora em que mais ele precisou, na hora de sua morte, os seus o abandonaram. Tinha tudo para desistir, mas prosseguiu, e por isso não podemos desanimar, mas prosseguir.
Implicitamente, vemos duas características, também muito importantes: Obediência. Quando você recebe uma ordem, o que se espera é ser obediente. Josué foi obediente, e sem discussão com Deus. (Josué 1:10,11). A obediência é extremamente importante (I Sm. 15:22); Também implícito, Fé: Josué confiou, teve fé na ordem de Deus de que ele e o povo tomariam posse da Terra, e o que de fato aconteceu. (Hebreus 1:6).
Você poderá dizer: “Ufa! Ainda bem que Deus não me escolheu para fazer nada! Isso é muito difícil!”. Mas preciso abordar alguns conceitos importantes: Você já foi escolhido por Deus (João 15:16); Deus já te mandou fazer algo (Atos 1:8).


Conclusão:



O que Deus tem procurado, são pessoas que estejam dispostas a servi-lo, a cumprir seu mandado. Que você tenha certeza de que, se você foi chamado por Ele, é por que Ele vai te abençoar e capacitar para cumprir sua ordem. Deus não confia sua obra a qualquer um.
O que Deus espera de nós nestes últimos dias da igreja aqui na terra, é que o sirvamos com coragem, força e dedicação. Será difícil? Sim (João 16:33; Lucas 21:12-15). Mas o melhor é que Ele estará conosco (como diz o final do versículo). Confie em Deus, e faça a sua parte. Ele sempre estará contigo e conta com você!





segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

QUEM É O FILHO PRÓDIGO?





(Lucas 15:11-32).
“E disse Jesus ainda: Certo homem tinha dois filhos. E o mais moço deles disse ao pai: Pai dá-me a parte da fazenda que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda. E, poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua e ali desperdiçou tudo o que tinha, vivendo dissolutamente. E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades. E foi e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos a apascentar porcos. E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada. E, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome! Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e perante ti, já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus trabalhadores. E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão, e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço, e o beijou. E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e perante ti e já não sou digno de ser chamado teu filho. Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, e vesti-lho, e ponde-lhe um anel na mão e sandálias nos pés, e trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos e alegremo-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu; tinha-se perdido e foi achado. E começaram a alegrar-se. E o seu filho mais velho estava no campo; e, quando veio e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças. E, chamando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo. E ele lhe disse: Veio teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo. Mas ele se indignou e não queria entrar. E, saindo o pai, instava com ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos. Vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou a tua fazenda com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado. E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas. “Mas era justo alegrarmo-nos e regozijarmo-nos, porque este teu irmão estava morto e reviveu; tinha-se perdido e foi achado.”




RETORNO DO FILHO MAIS NOVO


Responda-me; Quantas vezes você já se afastou da presença de Deus: quantas vezes deixou de orar, de ler e meditar na Palavra do Pai? Afastamos-nos da convivência diária com o Senhor e acabamos por perder a direção que nos ajuda, nos edifica e nos abençoa. Muitas vezes não sabemos o que acontece dentro da nossa própria casa. Entregamos-nos, e não entendemos como, quando e muito menos o porquê daquele mal ter se instalado na nossa vida ou na vida de pessoas que nos cercam. Quando não vigiamos caímos em armadilhas e ciladas que o inimigo apresenta e por estarmos desprevenidos, cegos, somos surrados. Ficamos pasmos com o que está acontecendo, não sabemos como se instalou e muito menos como fazer para fugir do mal que entrou em nossa vida. “Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.” (Mateus 22:29). Para cada problema existe uma solução, e quando buscamos essa solução nas Escrituras, logo garantimos a vitória. Precisamos buscar, conhecer o que a Bíblia diz sobre o problema e também receber a direção de Deus para colocar o Seu poder e essa direção em ação nas nossas vidas.
Jesus contou as mais belas histórias sobre a graça de Deus, e justamente para aquelas pessoas vistas como perdidas: publicanos e pecadores. E como essa não poderia ser diferente, uma das parábolas mais conhecida, nos traz muitos ensinamentos, principalmente pelo fato de nos mostrar o quanto precisamos de Deus, precisamos voltar ao primeiro amor, o dia em que nos encontramos com o Pai, depois de algum tempo achamos que temos condições de andar sozinho, e agimos como filhos imaturos, Pedimos a antecipação da herança e partimos para terras distantes, vejamos no versículo 13.

“E, poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua e ali desperdiçou tudo o que tinha, vivendo dissolutamente”

Porém, ao contrário desse filho, muitas vezes mantemos uma atitude “comportadinha”, muitas vezes nos sentimos tão ricos espiritualmente dizendo, que abandonamos a dependência diária do relacionamento com Deus e partimos sozinhos para uma terra distante. Pois achamos que já somos “grandinhos”, e temos que andar com nossas próprias pernas, não mais com as de Deus, é nessa hora que quando menos esperamos acontece o pior, assim como aconteceu o filho mais novo nos versículos 14-16.

“E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades. E foi e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos a apascentar porcos. E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada”.

Quando a herança termina, vem a fome; fome de sentido de vida, fome de verdadeiros relacionamentos. Quando você resolve sair do leito da sua família espiritual, da sua igreja e dos seus irmãos, você acha que é espiritual o suficiente para não ser quebrado pelo inimigo em terras longínquas, é que você percebe que fez besteira, e que ninguém quer te ajudar, enquanto você tem algo para oferecer, então tem amigos, quando a herança acaba, os amigos também acabam. Então tenta adquirir conhecimento para ter como sobreviver, porém, o conhecimento não passa de “comida de porcos”, não alimenta a fome nem sacia a sede interior.
Qual é a nossa fome? Temos nos alimentado da palavra ou de bolotas? Se quisermos voltar para o Pai, devemos nos arrepender e então é hora de retornar para casa. Versículos 17-19.

“E, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome! Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e perante ti, já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus trabalhadores.”

Então finalmente se abre os olhos e cai em si. Muitas vezes nos assustamos com as nossas crises de fé e nos enchemos de tarefas, não paramos para ouvir o que Deus tem para nos dizer. Só podemos ser achados a partir do momento em que reconhecemos que estamos perdidos. Enfrentar as crises, reconhecer nossa situação de perdidos nos dá forças para caminhar de volta ao pai. Entendemos nos versículos 17-19, que o filho perdido se sente culpado e deseja voltar para casa. Então ele resolve voltar na condição de empregado, de escravo, de servo. Oferecendo o seu trabalho em troca de alimento. A culpa faz com que ele desista da sua condição de filho e do relacionamento amoroso com o pai em troca de uma relação profissional.
Nós também corremos esse risco, quando nos afastamos da casa do pai, onde tínhamos cargos e posições muitas vezes invejáveis, conforto, palavras consoladoras e edificantes e “quebramos a cara” em outra igreja ou até mesmo no “mundão”, nos arrependemos e queremos voltar, nem que seja na condição de “esquenta banco”, somente para voltar a nos alimentar. Contudo, entendo que Deus quer muito mais de nós, o Pai nos quer como antes, filhos e amados, vejamos versículos 22-24.

“Mas o pai disse aos seus servos:
Trazei depressa a melhor roupa, e vesti-lho, e ponde-lhe um anel na mão e sandálias nos pés, e trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos e alegremo-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu; tinha-se perdido e foi achado. E começaram a alegrar-se.”

Então Jesus uma pequena palavra, “Mas”, para mudar a história do filho. Essa palavra faz toda diferença e mostra que o pai não aceita o trato proposto por seu filho, ele não quer um escravo e sim o seu filho de volta. Podemos ver bem claro também em Efésios 2. 4-7

“Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus; Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus.”.

O Pai desde o inicio recebe-o de volta na condição de filho. Essa condição não muda, não importa o que ele fez ou venha fazer, pois é parte da própria essência de Deus.
Temos deixado Deus agir em nossas vidas? Permitimos que ele retire nossas culpas e nos dê vestes novas e limpas? Ou preferimos continuar usando nossos velhos trapos e sendo tratados como escravos na casa do Pai?





RETORNO DO FILHO MAIS VELHO




“E o seu filho mais velho estava no campo; e, quando veio e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças. E, chamando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo. E ele lhe disse: Veio teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo.” (v.25-27)

Em meio ás comemorações surge o filho mais velho daquele homem, provavelmente estava trabalhando no campo, sonhando com o dia em que todas aquelas terras seriam dele finalmente. Imagino quantos sacrifícios ele não deve ter feito para se manter na linha! Talvez ele sentisse lá no fundo de seu coração uma grande inveja do seu irmão que saiu de casa para gozar da vida.
“Mas ele se indignou e não queria entrar. E, saindo o pai, instava com ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos.” (v.28-29)
O filho mais velho nunca soube desfrutar da graça na presença do pai. Ele também estava perdido, vivia na casa do seu pai, mas não na presença do pai. Essa é uma verdade que vivemos também em nossos dias, quantos de nós, estão nas igrejas, não param, vivem 24 horas dentro da casa de Deus trabalhando, mais não estão na presença de Deus? Freqüentam regularmente uma igreja, mas desfrutam de uma graça muito pobre, são incapazes de compreender o que acontece no coração daqueles que são transformados pelo amor e poder de Deus. Conheço pessoas que a todo tempo estão correndo de um lado para o outro dentro da igreja, contudo, estão carentes do Pai, precisam de um encontro urgentíssimo com Deus, e tem mais, muitas dessas pessoas estão bravas com Deus, por que estão vendo o retorno de pródigos, contudo, não há alegria em seus corações. Estes querem a herança somente para si, seus corações estão endurecidos, esse povo se surpreende com Deus, por amar tanto os seus filhos, mesmo sendo pecadores. As distâncias que separam as pessoas nem sempre são distâncias geográficas. Muitos freqüentam ambientes religiosos e ainda assim estão distantes da herança de Deus.
O filho mais velho também “desperdiçou os bens” do pai, porém como esse “desperdício” não provocou devassidão ou escândalo, passou despercebido. O excesso de atividade impediu-o de gozar da intimidade familiar. Talvez ele temesse perder o amor do pai, talvez ele amasse muito o seu irmão, contudo o super-ativismo roubou tudo isso da vida dele, o amor e a familiaridade.
Aquele filho não estava enxergando que aquele pai somente quer o melhor para os dois filhos, naquele momento ele estava recuperando não só o filho que havia saído de casa, mais aquele que estava com ele, mais não estava com ele, e somente agora aquele pai estaria recuperando o ambiente completamente familiar.
“E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas. Mas era justo alegrarmo-nos e regozijarmo-nos, porque este teu irmão estava morto e reviveu; tinha-se perdido e foi achado.” (v. 31-32)
Aquele pai mostra para o seu filho, com palavras de amor que todo aquele trabalho não era perdido não, pelo contrario, agora ele tem a certeza do amor do pai assim como vimos no texto de Efésios 2. 8-10
“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.”
Aquela festa que o pai ofertava, era para os dois filhos, ambos estavam perdidos, cada um de uma maneira, e ambos necessitavam do abraço do pai. Temos que aceitar o abraço do Pai, precisamos andar com Ele, aprender e fazer parte da mesma família e casa. Ninguém se torna parecido com o pai se não compartilhar os sonhos e desejos. E foi o que aconteceu com o filho mais velho.
Será que nós temos compartilhado nossos mais profundos anseios com o Pai? Trazemos á sua presença as “terras distantes” do inconsciente com nossos desejos e frustrações? Temos dado atenção aos sonhos, procurando entender o que eles nos dizem sobre nosso eu, nossa vida e nosso ministério?
Nós somos convidados a abrir os olhos, os ouvidos e as mãos para receber as roupas, o anel e as sandálias do Pai. Tudo isso é dom de Deus. Á medida em que envelhecemos, nos tornamos mais parecidos com nossos pais. Quando o pai diz, “tudo que é meu é teu”, ele se refere á nossa capacidade de acolher o perdido que está a nossa volta. Abra o seu coração, Deus se agrada nos sinceros e não dos perfeitos.
Diz uma ilustração a respeito de um frade e o soldado alcoólatra que:
Um soldado lutava desesperadamente contra a bebida.Ele havia chegado até tenente Coronel.Mas, por causa da bebida ele foi rebaixado e rebaixado.No final, ele voltou a ser apenas um soldado.Ele sabia que se fosse achado de novo bêbado iria para a cadeia.Um dia ele estava deitado no quartel quando um monge entrou.O velho frade passou entre os soldados distribuindo literatura.Quando ele chegou ao soldado, ele percebeu sua aflição.O soldado mandou ele embora dizendo que não acreditava em Deus.Mas, o frade continuou a falar. Ele disse que ele também havia lutado contra a bebida.Ele falou que conhecia um poder que poderia libertá-lo.Ele deu um pequeno Novo Testamento para o soldado com as seguintes instruções:“Cada vez que você sentir vontade de beber, tome seu Novo Testamento e leia o Evangelho. Antes de você terminar, o desejo passará.” O soldado agradeceu, mas quando o frade foi embora, ele jogou o Novo Testamento na cabeceira e foi dormir. Mais tarde ele acordou com um desejo infernal de beber. Ele sentiu aquela força incontrolável, aquele desejo de mergulhar na bebida.Quando ele estava se arrumando para ir ao bar, ele se lembrou das palavras do frade. Ele viu a Bíblia, pegou-a e começou a ler.Em menos de meia hora ele havia lido vários capítulos.E, o mais incrível - ele não queria mais beber.Daquele dia em diante, cada vez que ele sentiu o desejo de beber, ele pegou a Bíblia e começou a ler o Evangelho.Em pouco tempo ele deixou de vez de beber e ficou curado.Onde está o poder?Se estiver em você, porque você ainda não venceu?Por que você ainda está lutando com aquela tentação?Se o poder está em Jesus, por que você não o procura?Ou será que no fundo, no fundo, você realmente não quer mudar?
O que será que aconteceria se o filho mais novo daquele homem não tivesse se arrependido e voltado para sua casa? Se o orgulho falasse mais alto e o impedisse de voltar? Creia que o poder de Deus está em você, você pode sim vencer, lute com toda a força que Deus colocou em você, queira realmente mudar.
Enfim, não desperdice a herança que Deus tem para sua vida, ela é muito valiosa, se você não saiu do leito de Deus, mais vive no leito e longe da presença, acorde ainda há esperança. Que Deus te abençoe poderosamente. Amém.



" Porque melhor é a sabedoria do que os rubis; e, de tudo o que se deseja, nada se pode comparar com ela." - Provérbios 8.11


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:


Bíblia de Estudo Vida. Almeida Revista e Atualizada. São Paulo: Vida, 1999.
WONDRACEK, K. H. Karin. Caminhos da Graça. Viçosa: Ultimato, 2006
HERMENEUTICA disponível em: http://www.hermeneutica.com > Acesso em 28/05/09.

sábado, 26 de setembro de 2009

O vosso Deus virá e vos salvará!




O vosso Deus virá e vos salvará! Receba estas palavras de encorajamento e persista na batalha, qualquer que seja a realidade que você esteja vivendo. Deus já havia dito que enfrentaríamos muitas lutas e aflições durante este ano, mas que as vitórias no Senhor seriam maiores do que as provações. Portanto, “fortalecei as mãos fracas, e firmai os joelhos trementes. Sedes fortes e não temais, eis que o vosso Deus virá com vingança, e com recompensa; ele virá e vos salvará.” (Is 35.3,4). Na visão do profeta Isaías, a terra, que estava seca e coberta de espinheiros, havia se tornado uma habitação para os chacais. Eles representam as forças demoníacas que assolam a alma humana com sofrimentos e dores. Sabemos que a intenção do inimigo é nos separar do grande amor de Deus que está em Cristo (Rm 8.35-39). Entretanto, o profeta viu uma torrente de águas passando sobre o deserto, destruindo o poder maligno e trazendo cura para a terra. Ele profetizou: “E a terra seca se tornará em lagos e a terra sedenta em mananciais de águas; e nas habitações em que jaziam os chacais haverá erva com canas e juncos” (Is 35.7). Isaías viu os milagres e as maravilhas de Deus e profetizou uma grande obra de restauração. Da mesma forma, profetizamos à sua alma: “Esforça-te e não temas. Ele virá e te salvará”. Nesta peleja não tereis de pelejar porque a vitória virá da obediência. Consagre a sua vida através dos jejuns e orações e busque o quebrantamento de seu coração. Seja sensível à voz do Espírito e Ele conduzirá os seus passos em triunfo. “E há de ser que, ouvindo tu um estrondo de marcha pelas copas das amoreiras, então te apressarás; porque o Senhor saiu então diante de ti” (2Sm 5.24).

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

GRANDE É A BONDADE DO SENHOR




Provai e vede que o Senhor é bom! “Bem-aventurado o homem que nele se refugia” (Sl 34.8). Por maior que seja a guerra, o Senhor garante a vitória. O rei Davi era um homem experimentado nas batalhas, porém, reconhecia que a sua força e capacidade estavam somente em Deus. Ele afirmou: “Ainda que um exército se acampe contra mim, o meu coração não temerá; ainda que a guerra se levante contra mim, conservarei a minha confiança” (Sl 27.3). O mesmo Deus que Davi invocava está vivo e operando em meio às nossas lutas cotidianas. Pela fé, declare: “Creio que hei de ver a bondade do Senhor na terra dos viventes” (Sl 27.13). Sua bondade vai além da nossa capacidade de compreensão. Houve um dia em que Moisés pediu ao Senhor: “Mostra-me a tua glória”. Ele sabia que a glória do Senhor era mais do que o Seu resplendor e majestade. Ele queria conhecer a Sua essência divina e clamava pela zoe divina (zoe significa vida na língua grega). E a resposta de Deus foi maravilhosa: “Eu farei passar toda a minha bondade por diante de ti, e proclamarei o nome do Senhor diante de ti; e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia e me compadecerei de quem eu me compadecer” (Ex 33.19). A resposta de Deus revelou algo tremendo a Moisés: a bondade do Senhor é a Sua natureza. “Porque o Senhor é bom e eterna a sua misericórdia; e a sua verdade dura de geração em geração” (Sl 100.5). Este amor e bondade nos unem ao Pai e nada, nem ninguém, poderá nos separar Dele. Este amor é infalível e invencível. Por isso, podemos descansar na plenitude de Sua palavra! “Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera, a esse glória na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo o sempre.